📑 Relatório Veste S.A. (VSTE3)
🏛️ História da empresa
Fundação: 1982, em São Paulo, originalmente como Restoque Comércio e Confecções de Roupas S.A..
Primeiras marcas: Le Lis Blanc e Bo.Bô, voltadas para moda premium feminina.
Expansão: ao longo dos anos incorporou outras marcas como Dudalina, John John, Rosa Chá e Individual, consolidando portfólio diversificado.
Transformação: em 2023, a Restoque passou a se chamar Veste S.A. Estilo, marcando reposicionamento estratégico e modernização da identidade.
Atuação atual: varejo de moda premium, com presença física (lojas próprias e franquias), digital (e-commerce) e atacado (B2B).
🏬 Ramo de atuação
Lojas físicas: mais de 170 pontos de venda, incluindo monomarcas e outlets.
Franquias: expansão via franquias, especialmente da marca Dudalina.
E-commerce: forte presença digital, com integração omnichannel.
Atacado (B2B): vendas para parceiros e multimarcas, representando parte relevante da receita.
Fabricação: modelo verticalizado, com produção própria e terceirizada, garantindo exclusividade e controle de qualidade.
Análise dos resultados
2024:
Início com crescimento sólido (1T24 e 2T24), mas 3T24 foi desafiador, com prejuízo líquido e retração no B2B e John John.
4T24 trouxe recuperação, com forte avanço em receita e EBITDA, puxado por digital e B2B.
2025:
1T25 voltou a registrar prejuízo, pressionado por despesas financeiras e endividamento.
2T25 e 3T25 mostraram retomada, com EBITDA em alta e lucro líquido positivo, mas ainda modesto frente ao faturamento.
O destaque foi o crescimento de SSS em dois dígitos, sinalizando força das lojas existentes.
📉 Explicação para a queda das ações
Apesar da evolução operacional, as ações da Veste vêm caindo trimestre após trimestre. Os principais fatores são:
Lucro líquido frágil: mesmo com crescimento de receita e EBITDA, o lucro líquido é baixo ou negativo em vários trimestres.
Endividamento elevado: dívida líquida/EBITDA em torno de 3,8x, preocupando investidores.
Baixa rentabilidade: ROE de apenas 1,9% e margens líquidas muito pequenas.
Volatilidade dos resultados: alternância entre lucro e prejuízo gera insegurança.
Setor pressionado: varejo de moda sofre com juros altos (Selic), que encarecem crédito e reduzem consumo.
Ausência de dividendos: dividend yield praticamente nulo, sem atratividade para investidores de longo prazo.
Percepção de risco: o mercado entende que, apesar da expansão, a empresa ainda não gera valor consistente para o acionista.
📈 Conclusão
A Veste S.A. é uma companhia com mais de 40 anos de história, forte portfólio de marcas e presença multicanal. Entre 1T24 e 3T25, mostrou evolução operacional, mas a baixa lucratividade e o endividamento elevado explicam a queda contínua das ações.
👉 Em resumo: o mercado reconhece o crescimento, mas penaliza a empresa pela falta de geração de valor líquido e pela exposição ao cenário macroeconômico (Selic alta e consumo pressionado).
📊 Resultados Trimestrais (1T24 → 3T25)
📌 1T24
💰 Receita Bruta: R$ 312,5 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 158,1 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,5 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 5,8 mi
🛍️ SSS: +6,0%
📌 2T24
💰 Receita Bruta: R$ 322,4 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,2 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 6,2 mi
🛍️ SSS: +9,8%
📌 3T24
💰 Receita Bruta: R$ 329,2 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,1 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: −R$ 10,0 mi
🛍️ SSS: +1,9%
📌 4T24
💰 Receita Bruta: R$ 392,9 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 199,0 mi
⚙️ EBITDA: R$ 69,2 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 13,1 mi
🛍️ SSS: +8,0%
📌 1T25
💰 Receita Bruta: R$ 325,0 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,9 mi
⚙️ EBITDA: R$ 46,8 mi
🧾 Lucro Líquido: −R$ 10,5 mi
🛍️ SSS: +4,3%
📌 2T25
💰 Receita Bruta: R$ 356,7 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,2 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 6,2 mi
🛍️ SSS: +9,8%
📌 3T25
💰 Receita Bruta: R$ 378,9 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 200,3 mi
⚙️ EBITDA: R$ 67,7 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 9,4 mi
🛍️ SSS: +13,5%
🔎 Explicação da queda das ações
Apesar da receita e EBITDA crescerem, o lucro líquido é baixo ou negativo em vários trimestres.
Endividamento elevado pressiona resultados e aumenta risco.
Margens líquidas frágeis (em torno de 1–2%) não animam investidores.
Volatilidade: alternância entre lucro e prejuízo gera insegurança.
Selic alta torna renda fixa mais atrativa e penaliza empresas endividadas do varejo.
Resultado: mesmo com expansão operacional, o mercado vê pouca geração de valor para o acionista, e o preço das ações segue caindo.
🏛️ História da empresa
Fundação: 1982, em São Paulo, originalmente como Restoque Comércio e Confecções de Roupas S.A..
Primeiras marcas: Le Lis Blanc e Bo.Bô, voltadas para moda premium feminina.
Expansão: ao longo dos anos incorporou outras marcas como Dudalina, John John, Rosa Chá e Individual, consolidando portfólio diversificado.
Transformação: em 2023, a Restoque passou a se chamar Veste S.A. Estilo, marcando reposicionamento estratégico e modernização da identidade.
Atuação atual: varejo de moda premium, com presença física (lojas próprias e franquias), digital (e-commerce) e atacado (B2B).
🏬 Ramo de atuação
Lojas físicas: mais de 170 pontos de venda, incluindo monomarcas e outlets.
Franquias: expansão via franquias, especialmente da marca Dudalina.
E-commerce: forte presença digital, com integração omnichannel.
Atacado (B2B): vendas para parceiros e multimarcas, representando parte relevante da receita.
Fabricação: modelo verticalizado, com produção própria e terceirizada, garantindo exclusividade e controle de qualidade.
Análise dos resultados
2024:
Início com crescimento sólido (1T24 e 2T24), mas 3T24 foi desafiador, com prejuízo líquido e retração no B2B e John John.
4T24 trouxe recuperação, com forte avanço em receita e EBITDA, puxado por digital e B2B.
2025:
1T25 voltou a registrar prejuízo, pressionado por despesas financeiras e endividamento.
2T25 e 3T25 mostraram retomada, com EBITDA em alta e lucro líquido positivo, mas ainda modesto frente ao faturamento.
O destaque foi o crescimento de SSS em dois dígitos, sinalizando força das lojas existentes.
📉 Explicação para a queda das ações
Apesar da evolução operacional, as ações da Veste vêm caindo trimestre após trimestre. Os principais fatores são:
Lucro líquido frágil: mesmo com crescimento de receita e EBITDA, o lucro líquido é baixo ou negativo em vários trimestres.
Endividamento elevado: dívida líquida/EBITDA em torno de 3,8x, preocupando investidores.
Baixa rentabilidade: ROE de apenas 1,9% e margens líquidas muito pequenas.
Volatilidade dos resultados: alternância entre lucro e prejuízo gera insegurança.
Setor pressionado: varejo de moda sofre com juros altos (Selic), que encarecem crédito e reduzem consumo.
Ausência de dividendos: dividend yield praticamente nulo, sem atratividade para investidores de longo prazo.
Percepção de risco: o mercado entende que, apesar da expansão, a empresa ainda não gera valor consistente para o acionista.
📈 Conclusão
A Veste S.A. é uma companhia com mais de 40 anos de história, forte portfólio de marcas e presença multicanal. Entre 1T24 e 3T25, mostrou evolução operacional, mas a baixa lucratividade e o endividamento elevado explicam a queda contínua das ações.
👉 Em resumo: o mercado reconhece o crescimento, mas penaliza a empresa pela falta de geração de valor líquido e pela exposição ao cenário macroeconômico (Selic alta e consumo pressionado).
📊 Resultados Trimestrais (1T24 → 3T25)
📌 1T24
💰 Receita Bruta: R$ 312,5 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 158,1 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,5 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 5,8 mi
🛍️ SSS: +6,0%
📌 2T24
💰 Receita Bruta: R$ 322,4 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,2 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 6,2 mi
🛍️ SSS: +9,8%
📌 3T24
💰 Receita Bruta: R$ 329,2 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,1 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: −R$ 10,0 mi
🛍️ SSS: +1,9%
📌 4T24
💰 Receita Bruta: R$ 392,9 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 199,0 mi
⚙️ EBITDA: R$ 69,2 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 13,1 mi
🛍️ SSS: +8,0%
📌 1T25
💰 Receita Bruta: R$ 325,0 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,9 mi
⚙️ EBITDA: R$ 46,8 mi
🧾 Lucro Líquido: −R$ 10,5 mi
🛍️ SSS: +4,3%
📌 2T25
💰 Receita Bruta: R$ 356,7 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 168,2 mi
⚙️ EBITDA: R$ 44,0 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 6,2 mi
🛍️ SSS: +9,8%
📌 3T25
💰 Receita Bruta: R$ 378,9 mi
📈 Lucro Bruto: R$ 200,3 mi
⚙️ EBITDA: R$ 67,7 mi
🧾 Lucro Líquido: R$ 9,4 mi
🛍️ SSS: +13,5%
🔎 Explicação da queda das ações
Apesar da receita e EBITDA crescerem, o lucro líquido é baixo ou negativo em vários trimestres.
Endividamento elevado pressiona resultados e aumenta risco.
Margens líquidas frágeis (em torno de 1–2%) não animam investidores.
Volatilidade: alternância entre lucro e prejuízo gera insegurança.
Selic alta torna renda fixa mais atrativa e penaliza empresas endividadas do varejo.
Resultado: mesmo com expansão operacional, o mercado vê pouca geração de valor para o acionista, e o preço das ações segue caindo.
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