Agenda de Indicadores:
USA – Feriado do dia de Martin Luther King Jr.
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLG2026
Estados Unidos

A semana começou com forte queda nos futuros das ações de Nova York —
USA500,
USATEC,
USARUS e
USAIND — mesmo em meio ao feriado de Martin Luther King Jr., que mantém as bolsas americanas fechadas e interrompe as negociações dos Treasuries à vista.
As questões geopolíticas voltaram ao centro das atenções após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor tarifas adicionais a oito países europeus caso os Estados Unidos não sejam autorizados a adquirir a Groenlândia, elevando significativamente o grau de incerteza nos mercados globais.
Em reação, ouro e prata renovaram máximas históricas, enquanto o índice de volatilidade VIX voltou a subir após meses operando em níveis historicamente baixos, sinalizando aumento na busca por proteção.
O feriado nos Estados Unidos reduz o volume de negociações, ambiente que costuma favorecer ativos considerados porto seguro. Embora o mercado à vista de títulos do Tesouro esteja fechado, os contratos futuros seguem sendo negociados. Após uma madrugada marcada por elevada volatilidade, os preços dos Treasuries futuros se estabilizaram próximos aos níveis de fechamento de sexta-feira.
Na semana passada, uma sequência de dados econômicos positivos levou o mercado a praticamente descartar qualquer afrouxamento monetário antes de junho. Atualmente, abril já é precificado com cerca de 65% de probabilidade de manutenção dos juros, reforçando a leitura de cautela por parte do Federal Reserve.
No front corporativo, a temporada de balanços avança, com os grandes bancos dando lugar a um conjunto mais diversificado de empresas. Entre os destaques da semana estão os resultados de Netflix, Johnson & Johnson, General Electric e Intel, que devem ajudar a calibrar as expectativas sobre crescimento, margens e investimentos em 2026.
Especial Geopolítica: Tarifas e Groenlândia
As tensões geopolíticas voltaram ao centro do mercado após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar no sábado que pretende impor uma nova rodada de tarifas comerciais contra países europeus a partir de 1º de fevereiro, condicionando a retirada das medidas à autorização para que os EUA adquiram a Groenlândia. A iniciativa foi amplamente condenada por líderes europeus, que classificaram a estratégia como chantagem econômica.
Segundo Trump, os alvos iniciais incluem Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega. As tarifas adicionais começariam em 10%, somando-se aos 10% a 15% já em vigor sobre diversos produtos. Caso não haja acordo até 1º de junho, a alíquota subiria para 25%. O anúncio ocorre após esses países enviarem contingentes militares simbólicos à Groenlândia em apoio à soberania dinamarquesa.
Os principais Estados-membros da União Europeia reagiram com firmeza. A França defendeu a adoção de contramedidas econômicas inéditas, enquanto Bruxelas avalia retomar um pacote de tarifas próprias sobre cerca de 93 bilhões de euros (US$ 108 bilhões) em importações americanas, suspenso temporariamente no início de agosto por um período de seis meses.
Outra ferramenta em análise é o chamado Instrumento Anticoerção, mecanismo jamais utilizado até hoje, que permitiria ao bloco restringir o acesso de empresas americanas a licitações públicas, investimentos, serviços financeiros e comércio digital — um ponto sensível, já que os EUA mantêm superávit significativo nesse segmento em relação à Europa.
Analistas do Deutsche Bank alertaram que a escalada pode extrapolar o comércio de bens. Segundo o banco, investidores europeus detêm cerca de US$ 8 trilhões em ações e títulos americanos, quase o dobro do volume detido pelo restante do mundo combinado, abrindo espaço para uma eventual repatriação de capital como forma de retaliação.
“Com a posição líquida de investimento internacional dos EUA em níveis negativos recordes, a interdependência entre os mercados financeiros europeu e americano nunca foi tão elevada”, afirmou George Saravelos, do Deutsche Bank. “A instrumentalização dos fluxos de capital — e não apenas do comércio — seria, de longe, o fator mais disruptivo para os mercados.”
O tema deve ganhar ainda mais destaque nesta semana, quando Trump fará o discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A Groenlândia tende a ocupar papel central nas discussões com líderes políticos e empresariais globais.
No front comercial, o Parlamento Europeu avalia suspender as negociações do acordo comercial entre UE e EUA. A votação prevista para os dias 26 e 27 de janeiro, que poderia eliminar diversas tarifas de importação, agora corre risco de não ocorrer, ampliando o clima de incerteza para empresas e investidores.
Europa

Os principais índices de ações europeus tem um inicio de semana sombrio, em um ambiente marcado por cautela elevada diante de uma agenda semanal carregada, que inclui a temporada de balanços corporativos e o Fórum Econômico Mundial de Davos, evento que será acompanhado de perto em busca de sinais sobre tarifas comerciais e riscos geopolíticos.
As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — registram quedas acentuadas nesta segunda-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor novas tarifas comerciais caso os EUA não sejam autorizados a comprar a Groenlândia.
A retórica reacendeu tensões comerciais globais, elevou a percepção de risco e lançou dúvidas sobre a durabilidade de acordos previamente firmados, pressionando ativos de risco no continente logo na abertura da semana.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, com os traders digerindo dados de atividade econômica da China e avaliando o aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e União Europeia.
Na China, os principais índices acionários — Shenzhen
399001, Hang Seng
HSI, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 — apresentaram desempenho misto. Shenzhen
399001 e Shanghai
000001 encerraram no campo positivo, enquanto China A50
XIN9 e Hang Seng
HSI recuaram.
Os dados divulgados mais cedo mostraram que o crescimento econômico chinês desacelerou para 5% em 2025, enquanto a produção industrial avançou 5,2% no período. A taxa de desemprego permaneceu estável em 5,1%. Apesar dos números relativamente sólidos, a crise persistente no setor imobiliário continua pesando sobre o sentimento dos investidores, limitando um avanço mais consistente dos ativos de risco.
No Japão, o Nikkei
NI225 caiu 0,6%, acompanhando o movimento global de realização de lucros. Os investidores aguardam a reunião de política monetária do Banco do Japão na sexta-feira. Embora não seja esperado um aumento imediato da taxa de juros, cresce a expectativa de que os formuladores de política possam sinalizar um aperto monetário já a partir de abril.
O cenário japonês é ainda mais complexo diante do fator político. A primeira-ministra Sanae Takaichi deve dissolver o parlamento nas próximas semanas, abrindo caminho para eleições antecipadas em fevereiro, o que adiciona volatilidade aos ativos locais.
Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI estendeu sua sequência positiva pela 12ª sessão consecutiva, encerrando o dia com alta de 1,3%, sustentado principalmente por ações ligadas aos setores industrial e de tecnologia.
Nos demais mercados da região, o tom foi de cautela. O TWSE 50
TW50, de Taiwan, e o ASX
XJO, da Austrália, encerraram próximos da estabilidade, refletindo a combinação entre incertezas externas e ausência de novos catalisadores domésticos.
USA – Feriado do dia de Martin Luther King Jr.
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
A semana começou com forte queda nos futuros das ações de Nova York —
As questões geopolíticas voltaram ao centro das atenções após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar impor tarifas adicionais a oito países europeus caso os Estados Unidos não sejam autorizados a adquirir a Groenlândia, elevando significativamente o grau de incerteza nos mercados globais.
Em reação, ouro e prata renovaram máximas históricas, enquanto o índice de volatilidade VIX voltou a subir após meses operando em níveis historicamente baixos, sinalizando aumento na busca por proteção.
O feriado nos Estados Unidos reduz o volume de negociações, ambiente que costuma favorecer ativos considerados porto seguro. Embora o mercado à vista de títulos do Tesouro esteja fechado, os contratos futuros seguem sendo negociados. Após uma madrugada marcada por elevada volatilidade, os preços dos Treasuries futuros se estabilizaram próximos aos níveis de fechamento de sexta-feira.
Na semana passada, uma sequência de dados econômicos positivos levou o mercado a praticamente descartar qualquer afrouxamento monetário antes de junho. Atualmente, abril já é precificado com cerca de 65% de probabilidade de manutenção dos juros, reforçando a leitura de cautela por parte do Federal Reserve.
No front corporativo, a temporada de balanços avança, com os grandes bancos dando lugar a um conjunto mais diversificado de empresas. Entre os destaques da semana estão os resultados de Netflix, Johnson & Johnson, General Electric e Intel, que devem ajudar a calibrar as expectativas sobre crescimento, margens e investimentos em 2026.
Especial Geopolítica: Tarifas e Groenlândia
As tensões geopolíticas voltaram ao centro do mercado após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar no sábado que pretende impor uma nova rodada de tarifas comerciais contra países europeus a partir de 1º de fevereiro, condicionando a retirada das medidas à autorização para que os EUA adquiram a Groenlândia. A iniciativa foi amplamente condenada por líderes europeus, que classificaram a estratégia como chantagem econômica.
Segundo Trump, os alvos iniciais incluem Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia, Reino Unido e Noruega. As tarifas adicionais começariam em 10%, somando-se aos 10% a 15% já em vigor sobre diversos produtos. Caso não haja acordo até 1º de junho, a alíquota subiria para 25%. O anúncio ocorre após esses países enviarem contingentes militares simbólicos à Groenlândia em apoio à soberania dinamarquesa.
Os principais Estados-membros da União Europeia reagiram com firmeza. A França defendeu a adoção de contramedidas econômicas inéditas, enquanto Bruxelas avalia retomar um pacote de tarifas próprias sobre cerca de 93 bilhões de euros (US$ 108 bilhões) em importações americanas, suspenso temporariamente no início de agosto por um período de seis meses.
Outra ferramenta em análise é o chamado Instrumento Anticoerção, mecanismo jamais utilizado até hoje, que permitiria ao bloco restringir o acesso de empresas americanas a licitações públicas, investimentos, serviços financeiros e comércio digital — um ponto sensível, já que os EUA mantêm superávit significativo nesse segmento em relação à Europa.
Analistas do Deutsche Bank alertaram que a escalada pode extrapolar o comércio de bens. Segundo o banco, investidores europeus detêm cerca de US$ 8 trilhões em ações e títulos americanos, quase o dobro do volume detido pelo restante do mundo combinado, abrindo espaço para uma eventual repatriação de capital como forma de retaliação.
“Com a posição líquida de investimento internacional dos EUA em níveis negativos recordes, a interdependência entre os mercados financeiros europeu e americano nunca foi tão elevada”, afirmou George Saravelos, do Deutsche Bank. “A instrumentalização dos fluxos de capital — e não apenas do comércio — seria, de longe, o fator mais disruptivo para os mercados.”
O tema deve ganhar ainda mais destaque nesta semana, quando Trump fará o discurso de abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A Groenlândia tende a ocupar papel central nas discussões com líderes políticos e empresariais globais.
No front comercial, o Parlamento Europeu avalia suspender as negociações do acordo comercial entre UE e EUA. A votação prevista para os dias 26 e 27 de janeiro, que poderia eliminar diversas tarifas de importação, agora corre risco de não ocorrer, ampliando o clima de incerteza para empresas e investidores.
Europa
Os principais índices de ações europeus tem um inicio de semana sombrio, em um ambiente marcado por cautela elevada diante de uma agenda semanal carregada, que inclui a temporada de balanços corporativos e o Fórum Econômico Mundial de Davos, evento que será acompanhado de perto em busca de sinais sobre tarifas comerciais e riscos geopolíticos.
As ações europeias —
A retórica reacendeu tensões comerciais globais, elevou a percepção de risco e lançou dúvidas sobre a durabilidade de acordos previamente firmados, pressionando ativos de risco no continente logo na abertura da semana.
Ásia/Pacífico
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Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, com os traders digerindo dados de atividade econômica da China e avaliando o aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e União Europeia.
Na China, os principais índices acionários — Shenzhen
Os dados divulgados mais cedo mostraram que o crescimento econômico chinês desacelerou para 5% em 2025, enquanto a produção industrial avançou 5,2% no período. A taxa de desemprego permaneceu estável em 5,1%. Apesar dos números relativamente sólidos, a crise persistente no setor imobiliário continua pesando sobre o sentimento dos investidores, limitando um avanço mais consistente dos ativos de risco.
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O cenário japonês é ainda mais complexo diante do fator político. A primeira-ministra Sanae Takaichi deve dissolver o parlamento nas próximas semanas, abrindo caminho para eleições antecipadas em fevereiro, o que adiciona volatilidade aos ativos locais.
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