Agenda de Indicadores:
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
10:30 – USA – PIB do 3º Trimestre
10:30 – USA – PCE do 3º Trimestre (Deflator do PIB)
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
12:00 – USA – Índice de Preços PCE
12:00 – USA – Renda e Gastos Pessoais
14:00 – USA – PIB-Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
Agenda de Autoridades:
7:30 – USA – Donald Trump, presidente dos EUA, participa do anúncio da carta constitutiva do "Conselho da Paz" e deixa Davos.
Agenda de Balanços:
8:25 – USA – General Electric Aerospace
9:00 – USA – P&G: Procter & Gamble
18:01 – USA – Intel
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLG2026
A arrecadação federal deve encerrar o ano fiscal de 2025 com crescimento de 4,3%, alcançando R$ 2,884 trilhões, um novo recorde da série histórica. O desempenho reflete a combinação de maior atividade econômica ao longo do ano e o reforço de receitas vinculadas a tributos financeiros e à folha de pagamentos.
Para dezembro, a mediana das projeções aponta uma arrecadação de R$ 290,1 bilhões, acima do registrado em novembro (R$ 226,753 bilhões). A melhora mensal é atribuída principalmente ao aumento das receitas com IOF e contribuições previdenciárias, típicas do último mês do ano, quando há maior volume de operações financeiras e pagamentos sazonais.
O resultado reforça a percepção de um encerramento de ano fiscal mais favorável para os cofres públicos, ainda que o debate sobre a sustentabilidade do quadro fiscal no médio prazo permaneça no radar dos investidores e formuladores de política econômica.
Estados Unidos

Os índices futuros de Nova York —
USA500,
USATEC,
USARUS e
USAIND — operam em alta nesta quinta-feira, enquanto o dólar permanece estável e o ouro recua, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartar o uso da força para anexar a Groenlândia e suspender as ameaças de tarifas comerciais contra oito países europeus.
O alívio no cenário geopolítico reduziu significativamente a aversão ao risco nos mercados globais. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, recuou de forma expressiva, sinalizando melhora no sentimento dos investidores.
No mercado de renda fixa, os títulos do Tesouro dos EUA (PU – Preço Unitário) registraram recuperação, após a recente onda de vendas ter levado o rendimento da Treasury de 10 anos ao maior patamar desde agosto. O movimento reflete uma recomposição de posições defensivas diante da diminuição das incertezas políticas e comerciais.
Lisa Cook e a Suprema Corte
A tentativa do presidente Donald Trump de destituir a diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, fracassou em audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos nesta quarta-feira. A maioria dos ministros demonstrou ceticismo em relação ao esforço do governo para afastá-la do cargo com base em acusações de fraude hipotecária — alegações que Cook nega.
Pelo menos seis dos nove magistrados levantaram questionamentos sobre a legalidade da iniciativa da Casa Branca, ressaltando que nenhum presidente conseguiu demitir um diretor em exercício nos 112 anos de história do Federal Reserve, o que reforça o caráter sensível do caso para a independência da autoridade monetária.
A Corte analisa se Cook pode permanecer no cargo enquanto contesta a tentativa de demissão. Instâncias inferiores já autorizaram sua permanência, e os ministros podem optar por rejeitar o recurso emergencial do governo, permitindo que o processo siga nos tribunais inferiores.
O julgamento foi acompanhado de perto pelo atual presidente do Fed, Jerome Powell, e pelo ex-presidente da instituição, Ben Bernanke, que estiveram presentes durante quase duas horas de argumentos orais.
Nos mercados, a percepção de fortalecimento da independência do Fed ajudou a sustentar o apetite por risco, contribuindo para a manutenção do viés positivo nas bolsas de Nova York.
Trump recua nas tarifas e afirma que um acordo sobre a Groenlândia foi alcançado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou de forma abrupta nesta quarta-feira das ameaças de impor tarifas comerciais como instrumento de pressão para a aquisição da Groenlândia. Em declaração feita durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Trump descartou o uso da força militar e afirmou que um acordo estaria próximo para encerrar a disputa envolvendo o território dinamarquês.
A mudança de tom ocorre após semanas de retórica agressiva que chegaram a tensionar a aliança da OTAN e reacender temores de uma nova guerra comercial global. No último fim de semana, Trump havia ameaçado impor tarifas crescentes sobre exportações de oito países europeus para os Estados Unidos, caso não avançassem as negociações sobre a Groenlândia.
Após se reunir com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Trump afirmou que os aliados poderiam estruturar um novo acordo que atendesse aos interesses estratégicos dos EUA no Ártico. Entre eles, a implementação de um sistema de defesa antimísseis apelidado de “Cúpula Dourada” e o acesso a minerais críticos, ao mesmo tempo em que conteria a expansão da influência da Rússia e da China na região.
“É um acordo que agrada a todos. Um acordo de longo prazo, o melhor possível”, afirmou Trump a jornalistas. “Ele coloca todos em uma posição muito favorável, especialmente no que diz respeito à segurança e aos recursos minerais. É um acordo para sempre.”
Diplomatas europeus reconhecem que o recuo não resolve completamente a disputa, mas avaliam que ajuda a evitar uma ruptura aberta entre aliados, criando espaço para que as divergências sejam tratadas de forma mais reservada e diplomática.
Ainda permanece incerto que tipo de acordo poderia atender às exigências de Trump por uma forma de “propriedade” ou controle definitivo sobre a Groenlândia — posição rejeitada publicamente tanto pelos líderes locais quanto pelo governo da Dinamarca, que reiteram que o território não está à venda.
Em comunicado, um porta-voz da OTAN afirmou que as negociações entre Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos seguirão com o objetivo de garantir que Rússia e China não obtenham influência econômica ou militar na região. Até o momento, não foram divulgados datas ou locais para as próximas rodadas de diálogo.
Europa

As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — disparam nesta quinta-feira, reagindo positivamente ao recuo do presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump, na imposição de novas tarifas comerciais e à sinalização de que não pretende usar força militar nas negociações envolvendo a Groenlândia.
A mudança de tom reduziu de forma relevante os temores de uma nova escalada nas tensões comerciais transatlânticas, estimulando o apetite por risco e favorecendo setores mais sensíveis a tarifas.
Entre os destaques, o setor automotivo lidera os ganhos, com algumas empresas registrando altas de até 5%, refletindo o alívio nas preocupações com possíveis sobretaxas sobre exportações para o mercado americano. O setor farmacêutico também avança, subindo até 1,2%, beneficiado pela elevada exposição das empresas europeias de saúde às vendas nos Estados Unidos.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram em bloco nesta quinta-feira, com destaque para novas máximas históricas dos índices Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, e TWSE 50
TW50, de Taiwan.
O movimento positivo foi impulsionado pela melhora do ambiente geopolítico, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar das ameaças de impor tarifas a países europeus e afirmar que não pretende usar força militar para adquirir a Groenlândia — uma sinalização que reduziu a aversão ao risco global.
Em Taiwan, o TWSE 50
TW50 liderou os ganhos na região, com alta de 2%, sustentado principalmente pelo setor de semicondutores. A TSMC avançou 1,2%, reforçando o otimismo com a cadeia global de tecnologia.
Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI subiu 0,9%, chegando a superar momentaneamente a marca psicológica dos 5 mil pontos. Entre os destaques, a Samsung Electronics ganhou 1,87%, enquanto que sua fabricante de baterias, a Samsung SDI, disparou 18,7%, diante do forte fluxo comprador.
Na China, os principais índices — Shenzhen
399001, Hang Seng
HSI, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 — registraram altas moderadas, em um pregão marcado por desempenho setorial misto. O setor financeiro operou em baixa, enquanto empresas ligadas a minerais estratégicos figuraram entre as maiores altas.
No Japão, o Nikkei
NI225 avançou 1,8%, voltando a negociar próximo das máximas históricas, à medida que os investidores antecipam a decisão do Banco do Japão na sexta-feira. A expectativa é de manutenção dos juros no curto prazo, com um possível aumento sendo considerado para a reunião de abril.
Já na Austrália, o ASX
XJO subiu 0,8%, com desempenho positivo do setor financeiro compensando a fraqueza das mineradoras.
9:30 – UE – BCE divulga Ata da Última Reunião de Política Monetária
10:30 – USA – PIB do 3º Trimestre
10:30 – USA – PCE do 3º Trimestre (Deflator do PIB)
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
12:00 – USA – Índice de Preços PCE
12:00 – USA – Renda e Gastos Pessoais
14:00 – USA – PIB-Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
Agenda de Autoridades:
7:30 – USA – Donald Trump, presidente dos EUA, participa do anúncio da carta constitutiva do "Conselho da Paz" e deixa Davos.
Agenda de Balanços:
8:25 – USA – General Electric Aerospace
9:00 – USA – P&G: Procter & Gamble
18:01 – USA – Intel
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
A arrecadação federal deve encerrar o ano fiscal de 2025 com crescimento de 4,3%, alcançando R$ 2,884 trilhões, um novo recorde da série histórica. O desempenho reflete a combinação de maior atividade econômica ao longo do ano e o reforço de receitas vinculadas a tributos financeiros e à folha de pagamentos.
Para dezembro, a mediana das projeções aponta uma arrecadação de R$ 290,1 bilhões, acima do registrado em novembro (R$ 226,753 bilhões). A melhora mensal é atribuída principalmente ao aumento das receitas com IOF e contribuições previdenciárias, típicas do último mês do ano, quando há maior volume de operações financeiras e pagamentos sazonais.
O resultado reforça a percepção de um encerramento de ano fiscal mais favorável para os cofres públicos, ainda que o debate sobre a sustentabilidade do quadro fiscal no médio prazo permaneça no radar dos investidores e formuladores de política econômica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York —
O alívio no cenário geopolítico reduziu significativamente a aversão ao risco nos mercados globais. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, recuou de forma expressiva, sinalizando melhora no sentimento dos investidores.
No mercado de renda fixa, os títulos do Tesouro dos EUA (PU – Preço Unitário) registraram recuperação, após a recente onda de vendas ter levado o rendimento da Treasury de 10 anos ao maior patamar desde agosto. O movimento reflete uma recomposição de posições defensivas diante da diminuição das incertezas políticas e comerciais.
Lisa Cook e a Suprema Corte
A tentativa do presidente Donald Trump de destituir a diretora do Federal Reserve, Lisa Cook, fracassou em audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos nesta quarta-feira. A maioria dos ministros demonstrou ceticismo em relação ao esforço do governo para afastá-la do cargo com base em acusações de fraude hipotecária — alegações que Cook nega.
Pelo menos seis dos nove magistrados levantaram questionamentos sobre a legalidade da iniciativa da Casa Branca, ressaltando que nenhum presidente conseguiu demitir um diretor em exercício nos 112 anos de história do Federal Reserve, o que reforça o caráter sensível do caso para a independência da autoridade monetária.
A Corte analisa se Cook pode permanecer no cargo enquanto contesta a tentativa de demissão. Instâncias inferiores já autorizaram sua permanência, e os ministros podem optar por rejeitar o recurso emergencial do governo, permitindo que o processo siga nos tribunais inferiores.
O julgamento foi acompanhado de perto pelo atual presidente do Fed, Jerome Powell, e pelo ex-presidente da instituição, Ben Bernanke, que estiveram presentes durante quase duas horas de argumentos orais.
Nos mercados, a percepção de fortalecimento da independência do Fed ajudou a sustentar o apetite por risco, contribuindo para a manutenção do viés positivo nas bolsas de Nova York.
Trump recua nas tarifas e afirma que um acordo sobre a Groenlândia foi alcançado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou de forma abrupta nesta quarta-feira das ameaças de impor tarifas comerciais como instrumento de pressão para a aquisição da Groenlândia. Em declaração feita durante sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Trump descartou o uso da força militar e afirmou que um acordo estaria próximo para encerrar a disputa envolvendo o território dinamarquês.
A mudança de tom ocorre após semanas de retórica agressiva que chegaram a tensionar a aliança da OTAN e reacender temores de uma nova guerra comercial global. No último fim de semana, Trump havia ameaçado impor tarifas crescentes sobre exportações de oito países europeus para os Estados Unidos, caso não avançassem as negociações sobre a Groenlândia.
Após se reunir com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Trump afirmou que os aliados poderiam estruturar um novo acordo que atendesse aos interesses estratégicos dos EUA no Ártico. Entre eles, a implementação de um sistema de defesa antimísseis apelidado de “Cúpula Dourada” e o acesso a minerais críticos, ao mesmo tempo em que conteria a expansão da influência da Rússia e da China na região.
“É um acordo que agrada a todos. Um acordo de longo prazo, o melhor possível”, afirmou Trump a jornalistas. “Ele coloca todos em uma posição muito favorável, especialmente no que diz respeito à segurança e aos recursos minerais. É um acordo para sempre.”
Diplomatas europeus reconhecem que o recuo não resolve completamente a disputa, mas avaliam que ajuda a evitar uma ruptura aberta entre aliados, criando espaço para que as divergências sejam tratadas de forma mais reservada e diplomática.
Ainda permanece incerto que tipo de acordo poderia atender às exigências de Trump por uma forma de “propriedade” ou controle definitivo sobre a Groenlândia — posição rejeitada publicamente tanto pelos líderes locais quanto pelo governo da Dinamarca, que reiteram que o território não está à venda.
Em comunicado, um porta-voz da OTAN afirmou que as negociações entre Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos seguirão com o objetivo de garantir que Rússia e China não obtenham influência econômica ou militar na região. Até o momento, não foram divulgados datas ou locais para as próximas rodadas de diálogo.
Europa
As ações europeias —
Donald Trump, na imposição de novas tarifas comerciais e à sinalização de que não pretende usar força militar nas negociações envolvendo a Groenlândia.
A mudança de tom reduziu de forma relevante os temores de uma nova escalada nas tensões comerciais transatlânticas, estimulando o apetite por risco e favorecendo setores mais sensíveis a tarifas.
Entre os destaques, o setor automotivo lidera os ganhos, com algumas empresas registrando altas de até 5%, refletindo o alívio nas preocupações com possíveis sobretaxas sobre exportações para o mercado americano. O setor farmacêutico também avança, subindo até 1,2%, beneficiado pela elevada exposição das empresas europeias de saúde às vendas nos Estados Unidos.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram em bloco nesta quinta-feira, com destaque para novas máximas históricas dos índices Kospi
O movimento positivo foi impulsionado pela melhora do ambiente geopolítico, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar das ameaças de impor tarifas a países europeus e afirmar que não pretende usar força militar para adquirir a Groenlândia — uma sinalização que reduziu a aversão ao risco global.
Em Taiwan, o TWSE 50
Na Coreia do Sul, o Kospi
Na China, os principais índices — Shenzhen
No Japão, o Nikkei
Já na Austrália, o ASX
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