O preço do ouro registou uma ligeira recuperação nas primeiras horas de negociação desta terça-feira, compensando parte das perdas da sessão anterior. Na segunda-feira, o metal precioso sofreu uma queda significativa após o anúncio de um acordo temporário entre a China e os Estados Unidos para uma redução substancial das tarifas sobre as importações mútuas. Este entendimento contribuiu para aliviar os receios de abrandamento económico global, impulsionando o apetite pelo risco nos mercados financeiros e favorecendo os ativos de risco em detrimento dos chamados ativos refúgio, como o ouro.
Hoje, os mercados mostram-se mais contidos, com os investidores a adotar uma postura de expectativa antes da divulgação, ainda durante o dia, dos dados da inflação nos Estados Unidos. As previsões apontam para uma taxa de inflação ainda bem acima do objetivo de 2% definido pela Reserva Federal. Se tal se confirmar, ganha força a perspetiva de que a Fed manterá as taxas de juro inalteradas durante o verão, com o primeiro corte a surgir apenas em setembro.
Em paralelo, sinais positivos em alguns dos principais focos de tensão geopolítica — nomeadamente na Ucrânia e na região da Caxemira — contribuem igualmente para reduzir a procura por ouro como ativo de proteção.
Num contexto marcado por um aparente reaproximar entre Washington e Pequim, um dólar mais forte e um arrefecimento das tensões internacionais, o ouro poderá continuar sob alguma pressão. Ainda assim, a perceção de que a atual estabilidade dos mercados poderá ser temporária tende a manter algum suporte para o metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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